
É comum as pessoas se rotularem como ansiosas e preocupadas
excessivamente, e normalmente atribuírem tais características à traços de personalidade ( "é o meu jeito") ou então à fatores ambientais, tais como excesso de trabalho e um mundo tecnológico que
exige pressa e rapidez na resolução de problemas.
Independentemente de qual seja a atribuição causal é necessário que o indivíduo encontre recursos ou estratégias para amenizar os efeitos negativos da preocupação excessiva.
Mas como se livrar da preocupação se podemos acreditar que as pessoas preocupadas acabam por se precaver, ou então, que essas pessoas tratam de correr atrás de seus objetivos e metas? Se encararmos a preocupação desta maneira ela será vista como algo bom, já que evita que as pessoas tenham prejuízos em suas vidas. Corremos o risco de cultivar a preocupação excessiva por a considerarmos equivocadamente como motores propulsores diante de acontecimentos ou fatos importantes.
Apesar de um certo grau de preocupação e ansiedade serem necessários, quando vivenciadas em excesso (em intensidade e frequência) podem trazer prejuízos à qualidade de vida das pessoas, tais como dificuldade para dormir, estresse excessivo, irritabilidade, pessimismo, entre outros. Para evitar as consequências negativas ocasionadas pelo excesso de preocupação é necessário ter cautela e tirar um tempo para fazer uma auto-avaliação e descobrir se a preocupação que está nos afligindo é produtiva ou improdutiva.
Preocupações improdutivas são aquelas que vivenciadas intensamente fazem com que a pessoa congele, pare de produzir e sinta-se "encalhada". Normalmente estão relacionadas à:
Independentemente de qual seja a atribuição causal é necessário que o indivíduo encontre recursos ou estratégias para amenizar os efeitos negativos da preocupação excessiva.
Mas como se livrar da preocupação se podemos acreditar que as pessoas preocupadas acabam por se precaver, ou então, que essas pessoas tratam de correr atrás de seus objetivos e metas? Se encararmos a preocupação desta maneira ela será vista como algo bom, já que evita que as pessoas tenham prejuízos em suas vidas. Corremos o risco de cultivar a preocupação excessiva por a considerarmos equivocadamente como motores propulsores diante de acontecimentos ou fatos importantes.
Apesar de um certo grau de preocupação e ansiedade serem necessários, quando vivenciadas em excesso (em intensidade e frequência) podem trazer prejuízos à qualidade de vida das pessoas, tais como dificuldade para dormir, estresse excessivo, irritabilidade, pessimismo, entre outros. Para evitar as consequências negativas ocasionadas pelo excesso de preocupação é necessário ter cautela e tirar um tempo para fazer uma auto-avaliação e descobrir se a preocupação que está nos afligindo é produtiva ou improdutiva.
Preocupações improdutivas são aquelas que vivenciadas intensamente fazem com que a pessoa congele, pare de produzir e sinta-se "encalhada". Normalmente estão relacionadas à:
- indagações frequentes sobre questões sem resposta;
- acreditar que deve se preocupar até sentir-se menos ansioso;
- buscar incessantemente estar no controle de todos os possíveis resultados;
- rejeitar soluções por elas não serem perfeitas.
- fatos e acontecimentos que tem resposta;
- reconhecer que não se pode controlar tudo;
- reconhecer que não é preciso encontrar uma solução perfeita para que se consiga bons resultados;
- não usar a ansiedade como guia, já que não é a ansiedade gerada pela preocupação que resolve os problemas e sim a capacidade de avaliar estes momentos;
- separar o que se pode controlar e o que não se pode controlar
É...verdade. Cômodo pra gente falar que é ansioso. Dar uma brecada, respirar pra depois agir é melhor. Boa Jurandir.
ResponderExcluirOi Eliana, obrigado pela visita ao blog.
ExcluirOlha só Jura... to aqui na net até agora, porque? Preocupação!
ResponderExcluirBoa amigo! bjos
Oi Gi, depois de ler seu comentário, tentei revisar o texto e deixá-lo um pouco mais didático. Espero que as dicas tenham ajudado a discriminar se o que se passa com você é uma preocupação produtiva ou improdutiva. Bjos.
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